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‘Condomínio’ feito com contêineres reciclados vira alternativa de moradia em Piracicaba

 O Texto abaixo, “Condomínio feito com contêineres reciclados vira alternativa de moradia em Piracicaba”, foi escrito por Hildeberto Jr. pela página do G1.

De olho em um mercado formado por estudantes e trabalhadores que se mudam para Piracicaba (SP), um empresário da cidade resolveu investir cerca de R$ 1 milhão na construção de um condomínio de prédios feitos com contêineres reciclados. De acordo com Antônio Carlos Leão, é o primeiro “empreendimento” desse tipo no país. A obra virou uma alternativa de moradia principalmente para os “forasteiros” na cidade.

Um dos primeiros moradores do local é Edimar Barbosa, de 29 anos, que é de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) e se mudou para trabalhar com representação de tintas em Piracicaba há oito meses. Ele diz que optou pelo apartamento de contêiner pelo preço mais barato do aluguel em relação às construções convencionais.

“É pequeno, mas bem aconchegante. Acho ideal para quem está começando uma vida nova na cidade, porque é todo mobiliado e o preço é relativamente mais acessível. Só dá para perceber que não é uma apartamento de alvenaria, por causa da parte externa”, afirma o morador.

O empreendimento é formado por 28 apartamentos distribuídos em dois prédios de quatro andares. De acordo com o empresário, a ideia de construir apartamento com contêineres surgiu após uma viagem à Europa.

“Eu vi esse tipo de construção em Amsterdã, na Holanda. Lá tem o maior condomínio de contêineres do mundo. São 1.000 apartamentos. Eu visitei esse lugar, aprimorei as ideias deles e resolvi fazer aqui em Piracicaba”, conta Leão.

Com um investimento de R$ 1 milhão, as unidades são feitas com contêiners reciclados revestidos com camadas de isopor e gesso, o que impede que o sol entre em contato com o metal e deixe o ambiente muito quente.

Condomínio é formados por dois prédios feitos com containers (Foto: Hildeberto Jr./G1)

Condomínio é formados por dois prédios feitos com containers (Foto: Hildeberto Jr./G1)

Inaugurados há seis meses, os 28 apartamentos são mobiliados e possuem 28 metros quadrados. Algumas unidades chegam a ter dois quartos e o preço médio do aluguel é de R$ 780. Empolgado com o investimento, o empresário pretende construir mais 40 unidades no espaço e cogita expandir os negócios para outras cidades universitárias do interior de São Paulo.

“Recebi até convites para dar consultoria sobre construção desse tipo em Orlando, nos EUA. Também penso em, no futuro, expandir o negócio para outras cidades universitárias o interior de São Paulo, como São Carlos, por exemplo”, comenta.

Mobiliados, apartamentos de contêiner têm aluguel médio de R$ 780, diz empresário de Piracicaba (Foto: Hildeberto Jr./G1)

Mobiliados, apartamentos de contêiner têm aluguel médio de R$ 780, diz empresário de Piracicaba (Foto: Hildeberto Jr./G1)

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Publicação de Normas de Composto polimérico para assentamento de alvenaria de vedação

A Biomassa Assentamento de Blocos é a primeira Argamassa Polimérica do Mercado a atender os requisitos da nova norma para composto polimérico NBR 16590-1 e NBR 16590-2

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Foram publicadas em 27/03/2017 as normas ABNT NBR 16590, partes 1 e 2, que tratam do Composto Polimérico para Assentamento de Alvenaria de Vedação,  o que garante muito mais segurança aos construtores na aquisição e utilização desse produto através da comprovação de atendimento dos requisitos e métodos de ensaio estabelecidos pela norma. A partir da publicação, a Biomassa Assentamento de Blocos não é mais considerada um produto/sistema inovador podendo ser aplicada sem restrições para sistemas de vedação vertical em obras públicas ou privadas.

 

A norma trata de requisitos relacionados a apresentação, embalagem, caracterização e desempenho do produto:

 

Desempenho: Considerando que a Biomassa Assentamento de Blocos é aplicada para a formação de sistemas verticais de vedação interna e externa, devem ser atendidos todos os requisitos estabelecidos pela ABNT NBR 15575-4. São estes: resistência mecânica, estanqueidade à passagem de água e pressão de vento, desempenho acústico, desempenho térmico e resistência ao fogo, observando as condições de análise referentes à caracterização de bloco, espessura de revestimento, argamassa de revestimento e composto polimérico para assentamento.  Em todos esses ensaios a Biomassa Assentamento de Blocos atendeu o desempenho mínimo, estando aprovada por este critério o que garante segurança mecânica, acústica e ao fogo da parede construída.

 

Caracterização: O material deve, de acordo com o ensaio de Espectroscopia por absorção no infravermelho, apresentar padrão espectroscópico de material constituído por composto polimérico compatível com uma resina acrílica estirenada. Além disso, a Análise termogravimétrica (TGA) deve apontar o atendimento dos percentuais de perda de massa para condições de temperatura estabelecidas. O índice de consistência é informativo e deve ser estável ao longo do ciclo de vida do produto embalado até o limite da validade. Em todos esses ensaios a Biomassa Assentamento de Blocos atendeu o requisitos estabelecidos, garantindo que possui concentração de sólidos ideal para as junta de assentamento e que utiliza resinas especiais com dureza superficial e resistência aos intempéries o que evidencia sua qualidade e durabilidade ao longo do ciclo de vida da obra .

 

Aplicação: A Biomassa Assentamento de Blocos deve ser aplicada respeitando os seguintes aspectos: a) o assentamento da primeira fiada com argamassa convencional deve ocorrer de modo que as irregularidades no sistema de piso sejam minimizadas, ou que seja garantido o uso de piso com planicidade adequada;  b) o composto polimérico deve ser aplicado em no mínimo dois cordões na horizontal, sendo a espessura anterior ao assentamento de 10 mm ± 2 mm sobre a superfície de assentamento (do bloco ou tijolo), conforme a Figura 1;  c) as juntas verticais entre blocos podem ser preenchidas ou não; d) na composição das paredes, os compostos poliméricos podem ser empregados no encunhamento, contanto que tal informação seja apresentada pelo fabricante e comprovadamente demonstrada a eficiência para este fim.

 

Apresentação e Embalagem: A embalagem deve ser impermeável, selada ou valvulada, garantindo a estanqueidade a água.  O fabricante deve informar os requisitos para armazenamento e manuseio e a identificação do produto deve conter as seguintes informações:  a) nome comercial ou genérico;  b) nome do fabricante;  c) massa, em quilogramas, da embalagem;  d) indicação do atendimento à norma;  e) número do lote e data de fabricação;  f) nome do químico responsável.

 

Dessa forma, a Biomassa do Brasil segue com seu compromisso de atender com qualidade e segurança e pioneirismo o mercado de construção: A primeira Argamassa Polimérica do mercado em bisnagas é também a primeira a atender a nova norma para compostos poliméricos para assentamento. Acesse www.biomassadobrasil.com.br e saiba mais.

 

 

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Qual cor pintar sua casa? Psicologia das cores em residências

Você não sabe que cor você deve pintar sua casa ou projeto? Aqui nós vamos te dizer! Psicologia da cor aplicada a arquitetura é cada vez mais levada em conta nos trabalhos e projetos.

Psicologia da cor aplicada a arquitetura pode ajudar-nos a melhorar a qualidade de vida de nossos clientes, confira estas dicas.
Nessa postagem vamos falar mais da teoria da cor e abordar a questão de um ponto de vista psicológico. Como todos sabemos a cor é uma parte fundamental de nossas vidas e ainda mais no mundo do design/projeto e da arte, já que cor significa expressividade e podemos nela confiar para transmitir sentimentos e emoções, razão pela qual tem havido diferente estudos sobre cores e seu impacto sobre o estado emocional dos seres humanos, hoje sabemos que há combinações de cores que podem induzir sentimentos positivos ou negativos nas pessoas.
Como a arquitetura ser uma arte visual é extremamente importante que, como arquitetos ou designers saibam a psicologia das cores, não só porque fazemos design de ambientes, também é porque esses espaços próprios podem transmitir para o cliente ou visitantes deste local diferentes sentimentos e emoções que tornam a sua estadia mais agradável. Como todos sabemos, no mundo da arquitetura, existem diferentes gêneros e tratando-se do gênero habitação, ao usar a teoria da cor sabemos que há várias formas de combinar cores quentes e cores frias, seja por harmonia ou contraste, no entanto cada cor em si gera diferentes emoções e sentimentos que devemos também ter em conta na concepção.

Vale lembrar que não estamos falando somente de pinturas em paredes, por se tratar do design de ambiente ela pode estar presente também em móveis, iluminação e detalhes do ambiente que possam se destacar como até mesmo em uma almofada do sofá.

Começaremos falando sobre as cores primárias e estados de espírito ou emoções que podem expressar.
Vermelha. É a cor da vitalidade, a cor do sangue e fogo, representa impulsos. Arquitetura deve ter cuidado com o uso e a proporção das cores primárias, esta cor é recomendada utilizado em áreas de trabalho como uma cozinha, por exemplo.
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Amarelo. Por séculos dita que é a cor do sol, tem um significado simbólico especial porque também é a cor do ouro. É a cor mais impressionante de todas porque está cientificamente provado que é o tom que rapidamente detecta o olho humano, por esta razão na maioria das cidades do mundo táxis são dessa cor, para distingui-los mais rápido outros carros. Esta cor é a cor da velocidade, um pouco impulsiva e pouco recomendada em exagero pois estimula e muito os sentidos.

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Azul. O azul é a cor da paz, a cor do céu e do mar, pode usar essa tonalidade de cor em quartos ou em salas onde você precisa transmitir através da cor paz e cores tranquilas.
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Podemos ver que as cores primárias são muito expressivos e bastante fortes, não é aconselhável usá-los em uma forma pura na arquitetura. Mas podemos combiná-las ou tratá-las com tons mais suaves, agora veremos as cores quentes e frias e seu significado psicológico.

As cores frias. Podem representar frescor, descanso e paz, é aconselhável usá-los em áreas de estar íntimas, tais como quartos e banheiros, sempre em tons mais claros e geralmente em harmonia com outras cores ou contrastantes com cores arenosas.

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As cores quentes. Representam a hospitalidade e estabilidade assim como também poder e atividade. Em áreas sociais, tais como quartos ou terraços cores quentes podem ser usadas em tons e matizes mais suaves, enquanto elas podem ser usados em tons puros em áreas de trabalho (cozinha, escritórios, lavanderias, por exemplo) para estimular ainda mais os sentidos.

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Como vimos a psicologia desempenha um papel importante na concepção e no mundo da arquitetura, mesmo com as mesmas formas em nosso projeto você pode interpretar mensagens ou estimular os sentidos diferentes.

Fonte: Arquinetpolis
Dicas para criar efeitos nos ambientes

Com todas as inspirações captadas nas redes sociais e revistas, é possível dar vida a todas as suas vontades, inclusive criar os mais variados efeitos nos ambientes. Atualmente, a pintura de parede de um determinado ambiente é totalmente diferente do que estávamos acostumados antigamente, onde todas as paredes eram pintadas da mesma cor. Hoje, tudo mudou, possibilitando que você crie ambientes diferenciados e, principalmente, divertidos ou sofisticados, utilizando técnicas de pinturas que transformam por completo o ambiente (veja a imagem abaixo).
Você sabia que existem algumas técnicas para ganhar uma pintura de parede perfeita? Confira esse post e descubra! :-)
Leia mais em: http://www.comolegustadecor.com.br/pintura-de-parede-dicas-para-voce-escolher-a-cor-perfeita/

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Região abandonada de SP ganha espaço cultural feito de contêineres

O texto abaixo, “Região abandonada de SP ganha espaço cultural feito de contêineres”, foi escrito por Bernardo Frizero no Blog da Arquitetura

A utilização de contêineres na construção de moradias, lojas, bares é – hoje em dia – muito comum. Mas você já imaginou um teatro com essa estrutura? Seria possível?

Pois é, São Paulo acaba de ganhar um novo espaço cultural construído por dez contêineres marítimos. O teatro foi construído próximo à estação da Luz, no centro da cidade, em uma área marginalizada, frequentada por prostitutas e usuários de drogas. O projeto tem o objetivo de revitalizar a região, uma vez que tem um grande potencial e uma localização estratégica, mas estava sem um destino aparente.


Credito: Estadão

O espaço é um teatro com palco multiuso – para shows, danças e cinema, e ainda conta com lanchonete, escritório, camarim, playground, e uma grande área externa com uma horta hidropônica comunitária. No espaço interno existem paredes de vidro que permite que atores e plateia possam ver e ser vistos por pessoas na rua.

A escolha de contêineres para construção levou em consideração o preço mais acessível e a mobilidade. O espaço é comandado pela Cia Mungunzá de Teatro e todo o projeto foi financiado pela própria companhia, que desembolsou cerca de 300 mil reais. Para isso, foram necessários 8 anos de atividades da companhia para juntar esse montante. O terreno é da Prefeitura e foi pleiteado pelo grupo por um período de três anos.


Credito: Estadão

Projetos como esse mostram como a parceria com o poder público é importante na democratização da cultura e dos espaços públicos. O grupo deseja uma cidade mais humana e plural, e acredita que o projeto possa contribuir para um desenvolvimento artístico mais sólido e duradouro.

O primeiro espetáculo, Luis Antonio Gabriela, já está em cartaz de segunda a sexta-feira às 20 horas. O preço dos ingressos é de R$30 e R$15,00.

+Teatro de Contêiner Mungunzá

O teatro tem capacidade para 99 pessoas. A venda de ingressos começa uma hora antes das apresentações e o local aceita dinheiro e cartões de débito/crédito. Fica localizado exatamente na Rua dos Gusmões, 43, na Santa Efigênia, próximo à estação da Luz. Para mais informações acesse o site da companhia www.ciamungunza.com.br.

Fonte: Estadão

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Oito erros comuns em construção e reforma

O texto abaixo, “Micos na obra: oito erros comuns em construções e reformas”, foi escrito e publicado no porta casa.com.br

O ralo está ali, chamando a água: “Vem para mim, vem para mim”. Mas o amor, vocês sabem, tem seus percalços. E a água, arredia, corre para o outro lado. Histórias de desamor acontecem em muitos banheiros porque esse é o hit, a novela mexicana, o dramalhão número um entre os principais erros de construção. Conversamos com o engenheiro Sérgio Patrício Lima, que já passou boa parte da sua vida acompanhando obras bem de perto. Não, ele não está puxando a sardinha para a sua brasa, mas uma coisa é certa: ter um engenheiro ou arquiteto que se responsabilize pela construção eliminaria muito dos deslizes abaixo. A nossa internauta Raquel Lima, que já viveu problemas parecidos em casa, foi quem pediu que fizéssemos uma matéria, bem humorada, sobre isso. Rimos tanto (para não chorar) das agruras da vida numa obra que a Judite Fonseca, nossa especialista em atendimento ao leitor, pediu para ilustrar a matéria com o simpático Mico, que percorre os erros. Esperamos que nada disso aconteça com você. Mas se acontecer, conte-nos!

Chão sem caimento

Durante uma obra, muitos profissionais não verificam se o caimento do chão leva a água ao ralo. “O resultado são as poças que se formam em banheiros e quintais”, afirma Sérgio. O deslize também é frequente em cozinhas, varandas e duchas de piscinas. Se houver um engenheiro acompanhando a construção, ele é obrigado a exigir a verificação do caimento. Se, por uma maldição qualquer, seu banheiro tiver poças, só há um jeito: quebrar tudo e refazer. Dessa vez, direito!

Tubulação com “morrinhos” = água sem pressão

Água abaixo! Esse é o sentido natural do fluido vital para o ser humano. Em um bom projeto de hidráulica os canos sempre levam a água do ponto mais alto para o ponto mais baixo. Mas…nem tudo é perfeito nessa vida. E há construções em que não há projeto de hidráulica – isso é um problema pois há operários que fazem os chamados morrinhos na tubulação, contornando, por exemplo portas (ou seja, subindo os canos e, depois, descendo).  “Quando a tubulação sobe e desce, a água pode perder a pressão e corre o risco de parar”, informa o engenheiro. Acontece isso na sua casa. Pobre paredes… O conserto significa um quebra-quebra danado.

Reformar a casa e não substituir a tubulação

A gente faz aquela plástica, puxa as rugas, esconde as bolsas sob os olhos, coloca botox, pinta o cabelo…mas as coronárias, pobrezinhas, carregam gorduras centenárias. Então, não tem jeito: reformou a casa, aproveita para olhar a tubulação e a elétrica ou você vai ter problema. “Uma clínica médica me chamou para solucionar um erro ocasionado por uma reforma. Eles haviam contratado um serviço de reforma, os profissionais haviam mudado a disposição dos canos, mas mantido a tubulação antiga. Muitos canos acumularam água e esgoto e começaram a liberar mau cheiro”, contou Sérgio.

Acúmulo de plugues em uma mesma tomada

Em seus projetos, os arquitetos planejam exatamente quantas tomada cada ambiente terá e, ainda, onde exatamente elas estarão. Muitos já planejam um excedente – estamos cada vez mais plugados…vai saber quantos buracos para colocar fio a gente terá que ter no futuro. Se você deixar para decidir isso no decorrer da construção pode ter problemas. Vai que o pedreiro decide da cabeça dele onde e como colocar tomada.. “É necessário, antes de uma reforma ou construção, planejar o local e a quantidade de tomadas em cada ambiente da casa. Isso evitará problemas futuros como o de sobrecarga”, afirma o engenheiro.

Potência do aparelho elétrico superior à da casa

Não dá para ser Popeye sem comer espinafre. Também não dá para ter um chuveiro mais potente se o circuito elétrico da sua casa não tem capacidade para abastecê-lo. “Muitos clientes me ligam após um chuveiro queimar. Já que queimou, eles querem aproveitar para usar um mais potente. Mas se casa não tem carga suficiente para um chuveiro poderoso, esqueça . É preciso dimensionar a carga dos aparelhos de acordo com o que estava planejado na construção”, informa Lima. Mesmo assim, se você é um cabeça-dura, se quer mesmo ter aquele chuveiro incrível, vai ter que trocar a fiação e, talvez, até o disjuntor que atende o aparelho.

Água que se infiltra pela janela

Deu aquela chuva e você pensa: “Será que eu fechei a janela?”. Chega em casa e, alívio, sim você fechou. Mas a água entrou do mesmo jeito e foi pela fresta que fica entre a esquadria e a parede. Na hora da instalação, muitos profissionais não passam silicone estrutural no encontro entre a janela e a alvenaria. A vedação fica incompleta.

Exagerar no peso em cima de estruturas

Você, que nunca fez exercício físico, decide jogar futebol. Que bacana, que legal! Sai correndo, feliz, atrás da bola. Duas semanas depois, começa a reclamar de dor no joelho. Daí, o médico fala: precisa fortalecer a musculatura, meu caro paciente. Acontece coisa similar na construção. Casas projetadas para ter dois pavimentos não podem ter três andares – a não ser que um reforço seja previsto. Aquele andar sobressalente, tão inocente, gera trincas na estrutura. Em um caso (real) bem grave, os moradores resolveram, num golpe de genialidade, aproveitar a cobertura da casa para fazer uma piscina. Na primeira vez em que piscina encheu, a casa caiu…(E isso aconteceu em um condomínio elegante de São Paulo). “Na última semana, fui chamado para consertar uma sacada de uma casa. Os moradores contrataram um pedreiro para construir uma floreira de concreto na sacada, só que a estrutura não aguentou o peso e cedeu. Esse erro não é frequente apenas em sacadas, mas em sótãos também”, informa Sérgio.

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6 jogos de videogame ideais para engenheiros e arquitetos

O texto abaixo, “6 jogos de videogame ideais para engenheiros e arquitetos”, foi escrito por Clara Ribeiro no portal Blog da Engenharia.

O mercado global de videogames vai movimentar até o fim de 2015 US$ 91,5 bilhões em todo o mundo. Apresentou uma alta de 9,4% em relação a 2014, quando o setor faturou US$ 83,6 bilhões. Os dados são do relatório “Global Games Market”, divulgado pela Newzoo.

A China encabeça a lista, com crescimento de 23%, e está a frente dos EUA. A América Latina segue como um mercado marginal, que vai movimentar US$ 4 bilhões, de 192 milhões de consumidores.

Os altos índices mostram que no mercado de entretenimento, o setor de videogames é hoje o mais lucrativo, superando até mesmo o cinema e a música. Uma das hipóteses para tanto sucesso é a grande versatilidade de títulos disponíveis; há games para todas as idades, gostos e funções.

Para engenheiros e arquitetos, por exemplo, há diversos games que estimulam a criatividade e proporcionam o conhecimento de sua atividade de uma forma estratégica, mas também muito divertida. Neles, o jogador consegue construir casas, prédios, reinos, praças e até mesmo metrópoles inteiras, e antes disso, pode escolher a localização, os materiais para construção, os objetos de decoração, tudo a sua preferência.

Nós, do BDE, não sabemos se você conhece jogos de videogame com essas características, mas separamos alguns, entre clássicos e mais atuais, que têm tudo a ver com engenharia e arquitetura, conheça-os:

 

+ Minecraft (Multiplataforma)

Um verdadeiro fenômeno do mundo dos games – em 2014 atingiu a marca de 100 milhões de usuários. É um jogo de mundo aberto simples e criativo, com o principal objetivo de construir e explorar casas, cidades ou reinos, por exemplo, utilizando blocos. Apesar de seu layout elementar, é possível construir grandes projetos e reproduzir obras consagradas.

+ The Sims

Sua primeira versão foi criada nos anos 2000 e atraiu usuários logo de cara por ser simples e objetivo. Logo foram criadas séries atrás de séries, todas com o mesmo objetivo: simular a vida real quanto à administração de uma casa e das relações humanas. Arquitetos e engenheiros se prendem neste game pois têm a chance de construir a casa de seus personagens, ampliar cômodos conforme o tempo e decorar os ambientes.

+ SimCity

Do mesmo criador do The Sims, o SimCity é um simulador de criação e administração de cidades. O objetivo é ser um excelente gestor, saber resolver problemas e promover melhorias no centro urbano, sem sofrer com defasagem na economia – se deixar a cidade falir, você é expulso! Neste game você constrói prédios, pontes, vias, portos, tudo a seu gosto.

+ Age of Empires

Lançado em 1997 especialmente para PC, o Age of Empires é uma série de jogos de estratégia. Nele, o usuário constrói civilizações inteiras cruzando vários períodos históricos. O mais interessante do game é poder conhecer a arquitetura de cada época e as influências na civilização. É uma verdadeira aula de história divertida.

+ Jurassic Park Builder

Baseado na franquia de filmes de Steven Spielberg, este game permite que o jogador construa um Parque dos Dinossauros. Você pode escolher três tipos de parques diferentes para elaborar , além de inúmeras espécies de dinossauros para compô-los. O app está disponível para Android, Iphone e até Facebook.

+ Roller Coaster Tycoon

Disponível para PC, Mobile e Nintendo 3DS, o Roller Coater Tycoon possibilita a construção de um parque de diversões e sua administração. O divertido é que o jogador consegue definir o design dos brinquedos, que podem também determinar o nível de dificuldade. Vale à pena!

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Saiba escolher o melhor tipo de tijolo para sua construção

Na hora de construir, a escolha do tipo de tijolo é fundamental. Geralmente, por serem cerâmicos, este material apresenta um bom desempenho térmico. A facilidade de ser encontrado e utilizado é outra vantagem.

No entanto, a falta de padronização da maior parte das peças gera muitas quebras para encaixe durante a obra, contribuindo com o desperdício e produção de entulho.

A decisão na hora da compra deve ser orientada pelo tipo do projeto, resistência térmica e custo. Nessa escolha, talvez o assunto com peso maior seja o custo. Neste caso, não pense apenas no valor da unidade, mas no valor final das paredes.

Para isso, considere a argamassa de assentamento e revestimento. Tijolos mais baratos dão prejuízo, pois a perda é grande e as imperfeições precisam ser corrigidas com aumento na espessura da massa, gastando mais cimento.

Conheça as dicas dos principais tipos de tijolos, seus usos, vantagens e desvantagens.

Tijolo maciço, à vista, comum ou de barro cozido

Apesar de tantos nomes o tijolo maciço é pequeno, mas exige um gasto relativamente elevado com argamassa e mão-de-obra. Por outro lado, proporciona grande conforto térmico e acústico.
Se a ideia é deixar a alvenaria aparente, invista nos vários modelos e cores, mas não se esqueça de impermeabilizá-los. Para evitar o desgaste natural ou infiltrações, é necessária a aplicação de vernizes e selantes.

Tijolo de furo ou tijolo baiano

É o mais barato, porém tem maior índice de desperdício. Não suporta cargas estruturais, porém possui desempenho térmico superior ao tijolo comum. As ranhuras facilitam a aderência da argamassa e os furos diminuem seu peso. É facilmente encontrado para compra. Em geral se encontra os de 6 furos e de 8 furos, mas há uma grande variedade de tijolos furados.

Tijolo laminado

Estes, por sua vez, são mais resistentes e menos porosos, o que resulta em uma menor absorção de água. É perfeito para alvenaria aparente, pois a superfície lisa confere bom acabamento e não permite a aplicação de argamassa de revestimento. A desvantagem é o custo. Seu assentamento é mais caro, pois os furos absorvem grande quantidade de argamassa.

Tijolo refratário

Um tipo especial de tijolo feito com argila enriquecida e materiais que diminuem a absorção de calor, suportando altas temperaturas. Funcionam bem como isolantes térmicos.

Tijolos de solo-cimento

Uma boa alternativa aos blocos de concreto, ótima solução para habilitações populares. Construções feitas com solo-cimento resultam em ambientes com ótimo conforto térmico, deixando mais estável a temperatura interna.

Fonte:www.hagah.com.br

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Conheça e fuja dos erros em construções e reformas

Nas construções de residências podem ser encontrados problemas decorrentes de projetos mal elaborados, execuções sem o acompanhamento de profissionais adequados, aquisição de material de baixa qualidade ou com defeitos, entre outros.

As reformas também tendem a trazer aborrecimentos, se não houver um bom planejamento e se soluções improvisadas acabarem sendo aplicadas.

Para você que quer construir ou reformar sem ter dores de cabeça, elencamos os principais erros em construção e reforma e recomendações para evitá-los. Fique atento às dicas apontadas por especialistas da área e garanta a qualidade e o desempenho esperados para sua obra!

Não fazer a sondagem adequada do terreno – A sondagem do terreno é essencial para que seja conhecida a capacidade de suporte do solo diante das cargas incidentes da estrutura da edificação a ser construída. Os danos mais conhecidos, que se originam pela falta deste procedimento, são o aparecimento de trincas (ou fissuras e até rachaduras) em paredes e nos pisos devido ao afundamento da superfície, o que ocasiona os chamados recalques da fundação, isto é, os movimentos de diferentes partes da estrutura. Nos casos onde apenas uma parcela da construção sofre rebaixa ou o afundamento é mais pronunciado em uma porção do que em outras há a geração de esforços estruturais não previstos: é o chamado recalque diferencial, que é mais grave e pode levar à ruína da obra.

Remover paredes estruturais – A remoção de paredes estruturais é um erro gravíssimo, porque pode levar ao colapso parcial ou total da construção. Assim, qualquer alteração ou subtração de paredes deve ser cuidadosamente estudada por profissionais de engenharia civil e/ou arquitetura, sempre tendo como base o projeto original da edificação. Em caso de reformas, é necessário que um profissional habilitado faça um projeto para a obra, com devido laudo técnico recolhido.

Aumentar a carga da estrutura em função de uma reforma sem estudo prévio – A ampliação (ou adição) de pavimentos em uma casa térrea, durante uma reforma, irá gerar a sobrecarga no sistema estrutural da edificação, o que pode ocasionar deformações e fissuras ou, em casos mais graves, acarretar a ruína da construção. Desta forma, quando existe a intenção de construir mais um pavimento em uma casa ou sobrado, o proprietário deve contratar um profissional (arquiteto e/ou engenheiro civil) para que uma avaliação técnica seja elaborada e, se necessário, um projeto específico de reforço dos elementos estruturais para sustentar o peso adicional a ser desenvolvido.

A má execução do caimento do piso – A declividade do piso é imprescindível para o perfeito escoamento da água, principalmente em áreas molhadas, como banheiros. Quando o caimento não existe ou é mal feito, o aparecimento de poças e/ou de infiltrações é comum e pode causar transtornos. Para evitar esse tipo de problema é essencial que o desenho do projeto indique a exata porcentagem da declividade e qual a orientação correta para a vazão. Além disso, após a execução da superfície, deve ser feita a devida verificação da eficiência do caimento, por meio de instrumentos simples, como o indicador de nível.

Não dar atenção às rachaduras, fissuras e trincas em pisos e paredes – A constatação de fendas, mesmo que sejam bem finas, em qualquer das superfícies, nunca deve ser negligenciada pelo morador, pois esses traços assinalam desde simples problemas às mais complexas patologias da edificação.

Um dos principais fatores determinantes para o surgimento de rachaduras, fissuras e trincas é a falta de juntas de dilatação, em especial, quando pisos e paredes possuem grandes dimensões. Essas estruturas apresentam movimentações e deformações que podem ser causadas pelo processo de endurecimento do concreto e da argamassa, como também pela variação da temperatura ambiente. As juntas permitem que esses elementos possam se movimentar sem que ocorra um estado de fissuração, por isso, devem sempre ser previstas no projeto.

Outra causa possível para o aparecimento das fissuras são as infiltrações constantes que tendem a ocorrer ao longo do tempo, devido a vazamentos no sistema hidráulico ou impermeabilizações mal executadas e/ou envelhecidas. Por outro lado, a presença de rachaduras ou trincas em paredes e pisos também pode ser consequência de problemas na fundação. Isso acontece quando o alicerce da construção apresenta movimentações, chamadas de recalques de apoio, por terem sido mal projetadas ou mal executadas.

As soluções corretivas para essas marcas em pisos e paredes podem ir de simples reparos como a recomposição da região com a raspagem e preenchimento por massa elástica (a chamada amarração) à recuperação da fundação através, por exemplo, de calçamento da estrutura. Por isso, o recomendado é solicitar o parecer de um profissional para que identifique corretamente o problema e aponte a intervenção necessária.

O uso de um tipo de tinta inadequado e/ou uma impermeabilização mal feita – Aplicar uma tinta imprópria para determinada superfície pode resultar em uma pintura com a textura diferente da esperada e, ao longo do tempo, no aparecimento de manchas e na variação de cor. Portanto, a recomendação é sempre observar e respeitar as indicações de uso para cada tinta.

A impermeabilização é uma fonte inesgotável de problemas para pisos e paredes em uma construção se mal executada: surgimentos de manchas e bolores, ferrugem e apodrecimentos de determinados materiais, descolamento de rebocos e eventuais danos ao sistema de fundação são alguns tópicos de uma extensa lista. No mercado, há diversos tipos de produtos impermeabilizantes, desde aqueles incorporados à argamassa para assentamento até os que são aplicados diretamente sobre as superfícies já construídas. No projeto é necessário que exista a indicação de qual tipo de impermeabilizante deve ser utilizado em cada caso.

A pintura não é feita exclusivamente para a beleza da obra, ela serve como agente preventivo da degradação das estruturas pela ação do tempo. Assim, para conservar as edificações estabeleça uma rotina de retoque ou repintura periódica e consulte a necessidade de reaplicações para os impermeabilizantes junto a engenheiros ou arquitetos.

Empregar esquadrias de baixa qualidade – Infiltrações e consequentes manchas e bolores em paredes e pisos próximos às janelas e portas são prováveis problemas quando são instaladas esquadrias de má qualidade e/ou com vedação deficiente. Por isso, é importante pesquisar antes de adquirir os produtos e optar por aqueles que apresentem garantia da fabricante.

Não reformular ou adequar a instalação elétrica com o passar do tempo – Uma grande quantidade de equipamentos eletroeletrônicos vem sendo incorporados ao cotidiano das residências e esses itens alteram as cargas elétricas previstas pelo projeto do sistema de eletricidade. Desta forma, antes de ligar novos aparelhos, o ideal é conhecer os limites de carga (potência em watts) de cada circuito.

Um exemplo são os aparelhos elétricos de secar ou modelar cabelos. Os circuitos elétricos nem sempre comportam a alta potência desses dispositivos, o que provoca o desarme dos disjuntores. A forma de resolver o problema é fazer revisões periódicas das instalações elétricas, adequando-as à nova realidade da edificação e às necessidades dos moradores, e não dar espaço para gambiarras.

A pressão insuficiente da água nas torneiras e chuveiros – De modo geral, em edifícios, a ausência de pressão da água que sai da tubulação se deve a falhas no projeto do sistema predial de água fria e quente. Pois, o mau dimensionamento das tubulações e conexões origina a perda de carga, o que provoca uma saída de água nas torneiras e chuveiros sem a força adequada.

Por outro lado, nas casas, a planta deve prever o posicionamento correto da caixa d’água, que necessita estar a uma altura suficiente para compensar toda a subtração de pressão da água durante o trajeto nas tubulações. Tal dimensão depende do tipo de construção, por isso, o aconselhável é que haja um projeto hidráulico desenvolvido por profissional habilitado.

Fonte:www.mulher.uol.com.br

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O Impacto da Construção Civil no Meio Ambiente

O texto abaixo, “O Impacto da Construção Civil no Meio Ambiente”, foi escrito por Felipe Veronezzi no portal Fórum da Construção.

Muita gente não sabe, mas das atividades humanas sobre a terra, a construção civil é uma das que mais causam impacto no meio ambiente.

No Brasil, por exemplo, aproximadamente 35% de todos os materiais extraídos da natureza anualmente (madeira, metais, areia, pedras, etc.) são usados pela construção civil.

Além dos recursos naturais utilizados, mais de 50% de toda a energia produzida no Brasil é usada para abastecer nossas casas e condomínios. Uma parte considerável de energia poderia ser facilmente economizada se essas construções aproveitassem melhor a luz solar natural ou então usassem lâmpadas e chuveiros econômicos, por exemplo.

Para diminuir esse impacto ambiental, nas últimas décadas do século 20 os profissionais de engenharia civil começaram a desenvolver o conceito de construção sustentável.

O Conceito de Construção Sustentável dentro da Engenharia Civil

A Construção Sustentável é um conceito moderno da Engenharia Civil que pode ser aplicado ao projeto de qualquer tipo de estrutura, indo desde pequenas casas populares até a construção de grandes prédios, como fábricas ou hospitais.

Na construção sustentável, os engenheiros civis e arquitetos procuram usar tecnologias ecológicas nas obra para preservar o meio ambiente e poupar os recursos naturais.

O conceito de construção sustentável é baseado em 5 ideias básicas:

1 – Projetos Inteligentes

Projetos de engenharia civil e arquitetura inteligentes aproveitam melhor as características do terreno e também da natureza, tais como iluminação solar natural para poupar o uso de lâmpadas quando a construção ficar pronta.

2 – Redução da Poluição

Uma obra de engenharia civil sempre gera muita poluição. Esta poluição pode ser reduzida drasticamente através do melhor aproveitamento dos materiais (redução de desperdício) e também através do uso de ferramentas e estruturas inteligentes (andaimes de metal reutilizáveis ao invés dos tradicionais andaimes de madeira comuns na construção civil).

Outra maneira interessante de reduzir a poluição é separar as sobras da construção pedaços de concreto, tijolos quebrados, tocos de madeira, pedaços de ferro, etc.). O que puder ser reaproveitado em outras obras é armazenado, o que puder ser reciclado é enviado para a reciclagem.

3 – Materiais Ecológicos

O uso de materiais ecológicos é outro princípio fundamental da construção sustentável. Plástico reciclado, madeira de reflorestamento, concreto reciclado (concreto aproveitado a partir da demolição de outros edifícios) são várias as opções de materiais que podem ser usados pela Engenharia Civil para aumentar a sustentabilidade de uma construção.

4 – Eficiência Energética

Além de construir obras de maneira ecológica, a construção sustentável também busca casas e prédios que possam ser mantidos de modo econômico. Uma das formas de tornar um edifício mais econômico e sustentável é através da eficiência energética. Isso pode ser alcançado com o uso de lâmpadas e eletrodomésticos econômicos, energia solar para aquecer a água e melhor aproveitamento do calor e do frio (que evita a necessidade do uso de ar condicionado).

5 – Aproveitamento da Água

A água, um dos bens mais preciosos da humanidade, também pode ser aproveitada segundo os conceitos da construção sustentável. A água das chuvas, por exemplo, pode ser facilmente estocada em cisternas e caixas d’água para ser usada em tarefas como regar plantas, lavar o chão ou então nos vasos sanitários. O desperdício também pode ser evitado através do uso de encanamentos de maior resistência e de modelos de torneiras mais eficientes.

Fonte:guiadacarreira.com.br

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Norma sobre revestimentos cerâmicos de fachadas e paredes externas é revisada e entra em consulta nacional

O texto abaixo, “Normas sobre revestimentos cerâmicos de fachadas e paredes externas é revisada e entra em consulta nacional”, foi escrito pela Luísa Cortés no portal Construnormas.

Marcelo Scandaroli

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) colocou em consulta nacional até o dia 20 de março a NBR 13.755, que trata do procedimento para o revestimento de paredes externas e fachadas com placas cerâmicas e com utilização de argamassa colante. O objetivo da revisão foi atualizar o texto para adequação à tecnologia construtiva atual e aos novos conhecimentos adquiridos desse 1997.

A versão atualizada da norma também expõe diretrizes e boas condutas de projetos de revestimento de fachadas, em função de diversas variáveis presentes no revestimento, e discussões com projetistas de revestimento provenientes de cidades como Belém, Recife, Natal, Belo Horizonte, Brasília, São Paulo.

A revisão também valoriza o detalhamento da execução da etapa de obra, com um controle antes, durante e depois da sua realização. Além disso, propõe uma verificação prévia da camada de emboço, através de um ensaio de resistência superficial, incluindo critérios de aceitação. Tal procedimento é utilizado por diversos projetistas, mas ainda não era normatizado.

Segundo a ABNT, o texto trata do projeto e execução de revestimentos cerâmicos de fachadas e paredes externas com utilização de argamassa colante, mas não está relacionado com o problema recente enfrentado pelo setor, do descolamento cerâmico, já que trata apenas de paredes externas, onde não se utiliza produtos BIIb via seca ou via úmida.

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